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HiperBlog
Adriano de Aquino
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
sexta-feira, janeiro 23, 2026
Um dos personagens culturais mais instigantes dos últimos dois anos é um criador que usa IA como suporte para sua arte.Seu nome artístico é King Willonius .
Recentemente,zapeando plataformas digitais de música, o video que ilustra esse post apareceu para mim.
Escutei e fiquei fascinado.
De imediato pensei se tratar de compartilhamento público de algum velho colecionador de ritmo blues/soul disposto a divulgar um artista pouco conhecido da era de ouro da gravadora Motown Records e suas subsidiárias como a Gordy Records,dedicadas exclusivamente a artistas negros.
Porém, a irreverencia poética
" Kanye tuitando de novo" logo informa que se trata de uma paródia.,
Afinal,quem era ou melhor quem na verdade É King Willonius?
Melhor coisa a fazer era consultar a IA .
Esse cara existe como gente ou é só um bot de IA?
Gemini respondeu: Sim, King Willonius é uma pessoa real que ficou conhecido por criar música e conteúdo usando inteligência artificial.
Quem ele é: Willonius Hatcher é um comediante e criador de conteúdo humano real, não um bot de IA.
Ele se descreve como um "homem renascentista moderno" que trabalha na interseção entre IA,criação e entretenimento.
Na composição musical "BBL Drizzy": Willonius usou o gerador de música por IA Suno para criar a faixa.
Embora a voz e a música tenham sido geradas por IA, Willonius escreveu a letra, o que lhe rendeu uma porcentagem dos direitos autorais da música.
Contexto do Reddit: Muitos usuários do Reddit discutiram se a música era "real" em subreddits como r/hiphopheads e r/KendrickLamar, esclarecendo que, embora a música tenha sido gerada por IA, ela foi criada por um humano (Willonius).
Willonius é um comediante de stand-up e programador autodidata que começou a se concentrar em ferramentas de IA durante as greves de Hollywood em 2023.
Para King Willonius — cujo nome verdadeiro é Will Hatcher — o sucesso de "BBL Drizzy" serviu como a recompensa gratificante por meses de experimentação com ferramentas de IA.
Em 2023, Hatcher estava tentando se firmar como roteirista de comédia em Los Angeles quando a greve dos roteiristas começou, cancelando as reuniões de apresentação que ele havia agendado com agentes e empresários. Para ocupar o tempo e se desafiar, Hatcher começou a usar ferramentas de IA por mais de oito horas por dia: criando trailers de filmes com o Runway, imagens fantasiosas com o MidJourney, apresentações de projetos com o ChatGPT e novas músicas com o Udio e o Suno. "Tudo se abriu para mim: senti que agora tinha os recursos para criar qualquer coisa que pudesse imaginar", disse Hatcher à TIME.
Desde então, Hatcher tem criado conteúdo irreverente e absurdo em "velocidade máxima", incluindo um trailer épico para seu conceito de filme de ficção científica afrofuturista "The Lickback Renaissance" e uma música soul baseada em um trecho de áudio de Kamala Harris.
Para "BBL Drizzy", Hatcher inseriu letras ironicas sobre Drake no programa de IA Udio, criando mais de cem versões diferentes em vários gêneros, incluindo gospel, yacht rock e K-pop. "Já fiz gravações musicais tradicionais, mas este processo é o mais divertido que já tive", afirma. “Você não precisa de um monte de gente diferente para criar algo dinâmico — e isso é realmente empoderador para um introvertido.”
Fundamentalmente, Hatcher acredita que essas ferramentas de IA podem ser uma dádiva para criadores negros e outros grupos de pessoas sub-representadas nas telas e que nunca tiveram os recursos para alcançar suas ambições. “É algo empoderador quando você vê alguém como você ou alguém da sua comunidade fazendo coisas incríveis”, diz ele. “Quero criar coisas que façam as pessoas sonharem mais alto.”
O uso de IA por Hatcher já o levou a um novo patamar de notoriedade e oportunidades
Na sua entrevista a TIME ele comenta sobre o medo e o ódio à IA nas comunidades intelectuais e artísticas.
Mas ele reconhece que sua ascensão pessoal está ligada as ferramentas tecnológicas e softwares de música como o Pro Tools. "Provavelmente havia algumas pessoas que diziam: 'Você precisa de uma orquestra'", diz ele. "Mas a resposta é: não, eu só quero apertar botões e produzir sons."
segunda-feira, julho 14, 2025
Billie Eilish: Tiny Desk Concert
Coloquio sobre o amor
Só a liberdade torna as sociedades mais humanas,as pessoas mais seguras de si e abertas ao amor verdadeiro e real.
Rio de Janeiro,12 de Junho de 2025
Adriano de Aquino
terça-feira, outubro 01, 2024
Quando Coppola, após longos anos silente, reaparece no cenário artístico com uma obra, sou apanhado pela sensação de que Fênix é o elemento mitológico que melhor expressa o magnifico, irreverente e substancioso poder da criação.
Depois de ler alguns comentários de especialistas em 'showbiz' sobre Megalópoles, a realização recente de Coppola, antes mesmo de ver o filme, tive a impressão de que mais uma vez esse artista atingiu em cheio o que considero o cerne de todo processo criativo inovador e surpreendente.
Um artista que propõe a si mesmo a ousadia de romper com os parâmetros estéticos de seu tempo e atravessar o umbral do inusitado, impacta o senso comum, formatado por personalidades da alta cultura que se arrogam os tutores do gosto e da empatia do público ávido por novidades mas que não se sente abalizado para avaliar o que vê, lê ou escuta sem que um mestre/crítico, agora convertidos em 'coaches' coisa que, aliás, sempre foram, lhe forneça a senha, as referencias cults e as razões(sic) de porque deve admirar ou não o que tem diante de si.
Um comentarista especializado postou que Megalópoles o surpreendeu negativamente porque não lhe ofertou o Coppola que sempre admirou. Ele ficou frustrado porque o autor dos clássicos 'The Godfather' conspurcou seu legado ao assumir a criação de um filme 'confuso e chato' no crepúsculo da vida.
Eu, exatamente por motivo inverso, como escrevi na página Instagram do Coppola, onde acompanhei a fase de lançamento do Megalópoles, considero que o desafio maior de um artista não é apenas ser talentoso mas, sábio o bastante para escapar das armadilhas culturais que levam à auto emulação que o prende à constante repetição da fórmula que outrora o consagrou junto aos especialistas e o tornou um ícone do gosto público.
O fenômeno da Fênix é, para mim, a experiencia existencial mais gratificante que um artista tem o privilégio vivenciar.
sexta-feira, outubro 20, 2023
Harvard perde apoio de bilionários após carta pró-Palestina https://www.poder360.com.br/internacional/harvard-perde-apoio-de-bilionarios-apos-carta-pro-palestina/
Comento:
Se os lideres das agremiações de alunos de Harvard acham que 'Guerra ao Terror' é uma guerra desproporcional entre povos fronteiriços, os patronos dessa universidade deveriam não só parar de abastecer o caixa da instituição.
Minha sugestão é que os patronos desse bando de desinformados, proponham aos centros acadêmicos um plesbicito com dois itens e uma conclusão:
1- que todos os recursos destinados ao fundo estudantil sejam doravante destinados a uma Comissão de Recuperação do Povo da Palestina, que virá a ser constituída fora do âmbito acadêmico. Tal iniciativa se basearia nas considerações criticas sobre as virtudes e falhas do Plano Marshal, que ajudou na reconstrução da Europa, após a devastação da Segunda Guerra Mundial. Que essa Comissão seja integrada apenas por gente isenta ao ativismo e politicagem estudantil.
2- que essa Comissão seja composta apenas por gente com alta capacitação em temas de alta complexidade. Excluindo-se membros dos corpos docente e discente de Harvard, tendo em vista que os mestres da instituição são corresponsáveis pela baixa capacitação cognitiva dos seus discípulos no que tange a distinção gritante entre grupos terroristas e povo em geral.
Conclusão: considerando-se a baixa rentabilidade cognitiva dos alunos de Harvard frente aos volumosos recursos destinados pelos super ricos, a criação dessa Comissão Curatorial reverteria em benefícios concretos para o povo da Palestina. Extirparia os focos do terrorismo que ronda a região, oprimindo e barbarizando o povo palestino com objetivo único da extinção do Estado de Israel e seu povo.
Detalhe: É prudente que essa Comissão não tenha qualquer vinculação com a ONU e o Parlamento Europeu que por anos vive sob a pressão de investidores e políticos coniventes e indecisos na definição do Acordo Nuclear com o Iran.
quinta-feira, outubro 05, 2023
Ainda bem que o aforismo "Não me associo a um clube que me aceite como sócio" do Groucho Marx, é compartilhado por bilhões de pessoas mundo afora. O clube dos super ricos é uma creche para terceira idade que junta gente que herdou fortunas e gente que por esforço e competência fez a própria fortuna.Entretanto, ao serem aceitos pela diretoria, as diferenças existenciais se dispersam e se transformam em uma massa homogênea empenhada em garantir seu alto padrão de vida. Mal comparando parece o Congresso Nacional, onde a maioria canalha exerce um poder enorme sobre os neófitos cheios de boas intenções.
O fato é que os sócios do Fórum Global se acham o sócios proprietários do planeta. Ao darem uma tacada de golfe, imaginam que a bolinha é a Terra e ele o senhor do universo, com o poder de organizar o equilíbrio dos planetas. A começar pela Terra.
O afã desses sócios é criar condições ideais para manter o seu alto padrão de vida.
Para isso é necessário reduzir a população de terráqueos.
Lembram do filme 'Soleil Vert'?
O argumento é um pouco inspirado nos grandes autores de ficção científica dos anos 50/60.
O filme é sombrio mas, comparado com as insanidades dos sócios do FG, é bem mais instigante porque tocava em dois grandes problemas da humanidade com uma provocação moral: até que ponto vai seu humanismo, quando se trata de sobrevivencia da espécie.
Um velho, outro novo.
O velho é a Fome.
O novo a Superpopulação.
'Soleil vert' é uma ficção futurista focada nesses dois polos.
Naquele mundo a fome era grande.
A solução do Fórum dos Poderosos era seletiva e pragmática.
Uma usina de reciclagem de proteína humana atacaria radicalmente os dois problemas, reduzindo a população e suprindo a comunidade dos eleitos com as proteínas necessárias para manter a vida.
Um biscoito(Soleil Vert) nutritivo, feito com a matéria prima de corpos humanos com data de validade vencida, era a principal fonte de proteina.
O programa concedia aos vendedores dos próprios corpos- gente das camadas mais pobres, velhos,incapacitados e indigentes dos subterrâneos da sociedade-o direito de vender seus corpos para suprir a produção de proteínas para alimentar o povo do andar de cima.
A fórmula era oferecer o conforto de um suicídio assistido, onde o infeliz desfrutaria das sensações de um mundo lindo e experimentaria sensorialmente momentos de êxtase, transcendência e felicidade.
Aqui,nesse ponto,vale uma observação.
Quando esse filme foi lançado as polticas de ação afirmativa estavam circunscrita aos debates entre um pequeno número de intelectuais e tímidas investidas acadêmicas.
Na ocasião do lançamento o filme foi negligenciado por tratar a vida humana(corpo&alma)como matéria prima reciclável para manter o abastecimento de nutrientes para as classes mais ricas enfrentarem a Fome.
Hoje, talvez não tivesse o mesmo impacto tendo em vista o predominio das políticas de ação afirmativa, tipo 'meu corpo minhas regras' que não se restringe apenas ao auto domínio feminino de decidir sobre a vida de um feto indesejado mas vale também para a venda de órgãos,não apenas de cadáveres mas, também, de gente viva como crianças sequestradas e gente necessitada que, tendo dois rins, pode vender um para abrandar a miséria.
Os associados do Fórum Global usam de uma retórica salvacionista planetária mas omitem dizer claramente quem precisa morrer ou não nascer, para que o aquecimento global seja estancado.
Dentre as hipocrisias da classe política, ONU, Ongs etc, a subserviência ao Clube dos Super Ricos é a mais evidente.
A banalização da vida da gente pobre e infeliz, que se mata na linha de frente da gigantesca produção de bens de consumo que, ao fim e ao cabo, reverte inexoravelmente em poluição e desastres ambientais(sic)é,no fundo, o que teóricos do Fórum Global pretendem eliminar.
O desejo oculto desse clan é reduzir pela metade a população global.
Suponho que exista um grande estoque de robôs prontos para executar de forma mais limpa e econômica o que hoje faz o contingente humano de mão de obra.
O paradoxo do clube dos super ricos é pretender salvar o planeta exterminando metade da população.
Mas dizer isso assim, na lata, fica grotesco e desumano.
Na dramaturgia e na arte os delírios são impulsos criativos.
Quando desce pro plano da realidade objetiva, vira doutrinação estúpida e celeiro dos novos profetas do Apocalipse.
Disparar a paranoia anti viral é uma das táticas da grande estratégia do Fórum Global, que fomenta nas mentes incautas o delírio de enfileirar 'corpos mortos pela covid', num cordão humano que preenche a distância que separa a Lua da Terra.
BILL GATES FALANDO SOBRE REDUZIR A POPULAÇÃO MUNDIAL
YOUTUBE.COM
sábado, setembro 30, 2023
A passiva mediocridade da cultura contemporânea me passa uma sensação desoladora.
A Era da Informação descortinou novos horizontes para o conhecimento,sem dúvida.
De repente, o mundo livre, plural e criativo aflorou diante dos nossos olhos e no tocar dos dedos.
Logo de início o 'status quo' sentiu-se ameaçado pela quebra de hierarquias e a abolição dos comuns.
Depois, reagrupando forças no ideário woke e na caretice vitimista 'politicamente correta' , eles voltaram com tudo, cobrando alto custo para a liberdade de expressão,empurrando para o degredo as inteligências transgressoras e silenciado o espírito outsider.
Paradoxalmente, o plasma embrionário resultante da ruptura da cultura digital, invés de dar vida plena às mais elevadas virtudes, deu origem a tipos cheios de certezas, altruístas pragmáticos revestidos de moral suprema, que interpretam não apenas a Constituição mas a vontade do todo social. Eles nada desejam para si Dedicam suas vidas para normatizar o 'bem comum'.
Hordas de defensores dos oprimidos -por 'outros' que não eles mesmos- transitam com orgulho nas esferas virtual e presencial. Jornalistas lacradores, influencers serviçais, acadêmicos tutelares, artistas complacentes, até mesmo diante do evidente cerceamento das liberdades individuais, sentem-se representados pela reedição do 'status quo' progressista pós moderno.
Na esfera social mais ampla, o desejo foi publicamente criminalizado e obliterado pelo identitarismo de gênero e, por aí afora.
Falar publicamente do desejo virou ofensa social. Hoje, esse tipo de sentimento humano só deve ser compartilhado nas conversas terapêuticas.
Ainda é permitido ter nas prateleiras das livrarias obras literárias de um transgressor dos costumes, como Nelson Rodrigues. Os artistas visuais que exaltam a sexualidade, devem ter como medida estética, parâmetros que exaltem a identidade de gênero. Desejo,não!
A ária progressista "Avançar socialmente" (sic) é uma armadilha para extrair a identidade do indivíduo e dar vida ao coletivo domesticado.
É um ardil cruel.
O retorno dos que nunca partiram, é exaltado como o reino superior dos oráculos da democracia.
Mas, no nivel do mar, aos olhos dos comuns o que fazem deliberadamente é interromper e censurar o livre fluxo de ideias, vendendo o truque igualitário como simulacros de respeito à diversidade, ocultando dos ingênuos e incautos sua verdadeira face de consenso opressor.
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